Com toy story 5 finalmente nas salas, a discussão sobre quais franquias da Pixar merecem um próximo capítulo ganhou força. Entre os candidatos, A Bug’s Life 2, wall‑e 2 e onward 2 se destacam como as sequências que mais precisam ser produzidas agora.
Por que A Bug’s Life ainda não tem continuação?
Lançado em 1998, A Bug’s Life foi um sucesso crítico e comercial, arrecadando US$ 363 milhões com um orçamento de US$ 120 milhões. Mesmo após mais de duas décadas, a animação ainda ressoa: a história de cooperação contra opressão mantém relevância social, e a estética vibrante dos insetos continua cativante. Uma sequência poderia explorar novas colônias, tecnologias de comunicação entre espécies e, claro, trazer de volta o carismático flik em novas aventuras.
- Potencial de arrecadação: franquias nostálgicas costumam superar expectativas de bilheteria.
- Temas atuais: solidariedade e resistência a poderes autoritários são ainda mais pertinentes.
- Oportunidade de merchandising: brinquedos, jogos e colecionáveis podem reviver o interesse.
Até o momento, não há confirmação oficial de produção, mas a demanda dos fãs já se manifesta em campanhas online.
Qual é o obstáculo para Wall‑E ter uma sequência?
O filme de 2008 recebeu 95% de aprovação no Rotten Tomatoes e faturou US$ 521 milhões, demonstrando que ainda há apetite para histórias ambientais e românticas. Contudo, o presidente da Pixar, Jim Morris, já afirmou que Wall‑E tem um “começo, meio e fim” bem definidos, o que dificulta a expansão sem perder a magia original.
Apesar disso, uma continuação poderia abordar a reconstrução da Terra após a crise ecológica, trazendo novas gerações de robôs e humanos para explorar a redenção do planeta. O desafio seria equilibrar a mensagem ecológica sem cair em moralismo exagerado.
"Wall‑E é uma história de amor que já completou seu arco, mas o futuro da humanidade ainda está em aberto" – entrevista à Entertainment Weekly, 2016.
Assim, a Pixar tem um caminho criativo: focar em uma nova missão para Wall‑E, talvez uma jornada interplanetária para encontrar recursos que ajudem a restaurar a biosfera.
Por que Onward ainda não recebeu sequência?
Embora Onward tenha sido lançado no início da pandemia, sua premissa – dois irmãos elfos em busca de magia perdida – tem potencial para expandir tanto em sequências quanto em prequelas. O filme sofreu financeiramente devido ao fechamento de cinemas, mas isso não reflete a qualidade da obra nem o carinho dos fãs.
Uma continuação poderia seguir Ian e Barley em novas missões, talvez explorando o mundo mágico que eles quase descobriram. Alternativamente, um prequel focado no pai desaparecido poderia aprofundar a mitologia da série.
Até agora, não há data confirmada para nenhum desses projetos, mas a popularidade nas plataformas de streaming indica que há público suficiente para justificar um retorno.
O que a Pixar ganha ao investir nessas três sequências?
Além da receita direta de bilheteria, as sequências reforçam a reputação da Pixar como estúdio que sabe equilibrar nostalgia e inovação. Cada um desses filmes oferece:
- Um universo já estabelecido que reduz riscos de desenvolvimento.
- Temas universais (solidariedade, preservação ambiental, família) que atraem diferentes faixas etárias.
- Oportunidades de cross‑media: jogos, séries curtas e produtos licenciados.
Com Toy Story 5 provando que o público ainda valoriza histórias bem contadas, a lógica de negócios aponta para um retorno positivo ao retomar essas franquias.
Para ficar no radar
Não há datas oficiais para A Bug’s Life 2, Wall‑E 2 ou Onward 2. Contudo, a comunidade de fãs já está mobilizando campanhas nas redes sociais, e a própria Pixar costuma observar o engajamento como indicador de viabilidade. Enquanto isso, vale acompanhar anúncios oficiais da Disney / Pixar nas próximas convenções (CCXP, D23) e nos relatórios de resultados trimestrais da empresa.
Se você tem uma opinião sobre qual dessas sequências deveria ser a próxima, compartilhe nos comentários e ajude a moldar o futuro da animação.


