TL;DR: O diretor Casper Kelly confirmou que já tem ideias para um segundo filme de Buddy e está sondando nomes de peso para o elenco, mas ainda não há data oficial de produção.
FATO
Durante o evento de relançamento "sing‑along" de Buddy, o cineasta Casper Kelly – responsável pela direção do horror indie que virou fenômeno cult em 2026 – afirmou que tem várias ideias para a sequência e que está anotando tudo. Ele não revelou detalhes específicos sobre a trama, mas garantiu que o projeto está em fase de brainstorming e que ainda não recebeu um convite formal para iniciar a produção.
O filme original, que custou cerca de US$ 3 milhões e arrecadou US$ 27 milhões, mistura nostalgia dos programas infantis dos anos 90 com horror sobrenatural, apresentando um mascote infantil que na verdade é uma entidade demoníaca. O sucesso de bilheteria e o culto nas redes sociais geraram uma demanda natural por continuação.
Kelly ainda comentou que, se conseguir o apoio necessário, pretende trazer nomes de grande visibilidade para o próximo capítulo, embora ainda não tenha definido quem seriam esses possíveis atores.
Contexto: por que importa
Para o público brasileiro, Buddy se destacou não só pela trama inesperada, mas também por sua estratégia de marketing enigmática, que confundiu pais que acreditavam estar assistindo a um clássico infantil dos anos 80. Essa confusão gerou memes, discussões em fóruns e até playlists de “trilha sonora de terror para crianças” que se tornaram virais.
O filme também se inseriu num momento de alta demanda por horror indie que mistura nostalgia e subversão, algo que tem sido bem recebido por fãs de Stranger Things, It e outros títulos que brincam com referências de infância. Uma sequência poderia capitalizar essa tendência, reforçando a presença de produções de baixo orçamento que conseguem grande retorno financeiro e engajamento nas redes.
Além disso, a possibilidade de incluir atores de grande renome pode ampliar o apelo do filme para audiências que ainda não foram conquistadas pelo primeiro título, especialmente em plataformas de streaming que buscam conteúdo exclusivo para diferenciar seu catálogo.
Reação dos fas/mercado
Nas redes sociais brasileiras, a notícia gerou um misto de entusiasmo e cautela. Grupos no Discord e no Reddit dedicados a filmes de terror indie rapidamente criaram tópicos especulando sobre possíveis direções narrativas – desde aprofundar a mitologia da entidade demônica até explorar a história dos criadores do programa "It’s Buddy!".
- Fãs: Muitos pedem que a sequência mantenha o tom satírico que criticava a inocência dos programas infantis, mas também esperam mais sangue e efeitos práticos, que foram elogiados na primeira produção.
- Críticos: Alguns temem que a adição de grandes estrelas possa diluir o charme indie do filme, transformando-o em um blockbuster de médio orçamento.
- Mercado: Distribuidoras de streaming observaram o sucesso de Buddy como um indicador de que há espaço para mais títulos que misturam nostalgia e horror, o que pode facilitar a negociação de direitos para a sequência.
Na CCXP 2026, a Sony Pictures – responsável pela produção – ainda não confirmou oficialmente o desenvolvimento, mas rumores de que a empresa está analisando propostas de financiamento circularam entre insiders da indústria.
O que esperar
Embora ainda não haja confirmação de data de produção ou lançamento, alguns indicadores apontam para possíveis caminhos:
- Expansão da mitologia: Kelly sugeriu que a sequência poderia explorar a origem da criatura por trás do mascote, talvez introduzindo um “universo” de programas infantis corrompidos.
- Elenco de peso: Nomes como Pedro Pascal, Jenna Ortega ou Wagner Moura foram citados informalmente por fãs como desejáveis, embora Kelly tenha apenas mencionado que está “pensando em grandes caras”.
- Formato de lançamento: Dado o sucesso digital de Buddy – disponível a partir de 13/10 na Apple TV – é provável que a sequência siga o mesmo caminho, talvez com um lançamento simultâneo em outras plataformas como Netflix ou Globoplay, para alcançar o público brasileiro.
- Estilo visual: O primeiro filme usou uma estética que misturava filmagens de TV de baixa qualidade com efeitos práticos. A sequência pode manter essa linguagem, mas com um orçamento maior para aprimorar os efeitos de horror.
Enquanto isso, os fãs podem acompanhar as atualizações nos canais oficiais da Sony Pictures e nas redes sociais do diretor Casper Kelly, que costuma usar o Twitter para soltar pistas e responder a perguntas da comunidade.
Para quem ainda não assistiu ao original, Buddy está disponível em plataformas digitais a partir de 13 de outubro. Vale a pena revisitar o filme para entender as referências que a sequência pode expandir.
Para ficar no radar
Se a sequência de Buddy avançar, o cenário brasileiro poderá ver um aumento de discussões sobre horror indie nas comunidades de cinema, além de potenciais eventos de estreia com sessões de “sing‑along” semelhantes à do primeiro filme. A expectativa de grandes nomes no elenco pode também atrair a atenção de imprensa mainstream, ampliando o alcance do título além do nicho cult.
Fique atento a anúncios oficiais nos próximos meses, especialmente durante grandes eventos de entretenimento como a Comic Con Experience (CCXP) e a Rio Web Fest, onde a Sony costuma revelar projetos de destaque.


