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Call of Duty: Black Ops chega ao PS5 e já enfrenta invasões de hackers

· · 4 min de leitura
Jogador concentrado, óculos de realidade virtual, segurando controle enquanto faz agachamento com halteres ao lado
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TL;DR: O relançamento de call of duty: black ops para PlayStation 5 já está sendo alvo de hackers, comprometendo partidas online e gerando reclamações da comunidade.

O que aconteceu?

Quando a Activision decidiu trazer o clássico Call of Duty: Black Ops — título que marcou a era PS3 — para as gerações atuais de consoles, a expectativa era de um novo fôlego para o multiplayer, com servidores dedicados e correções de vulnerabilidades antigas. Contudo, poucos dias após o lançamento nas lojas digitais, relatos de jogadores brasileiros começaram a apontar um problema inesperado: invasões de hackers que alteram pontuações, criam lag artificial e até bloqueiam o acesso a partidas.

O fenômeno não é novidade para a franquia; a versão original para PS3 já sofria com trapaças massivas. O que surpreende agora é a rapidez com que a comunidade de cheaters migrou para a nova plataforma, aproveitando brechas que ainda não foram totalmente mitigadas pelos servidores da Activision.

Como chegamos aqui?

Para entender a situação, vale recapitular a trajetória do título:

  1. 2008 – Lançamento original: Black Ops foi lançado para PS3, xbox 360 e PC, rapidamente se tornando um dos mais vendidos da série.
  2. 2015 – Primeira remasterização: Uma versão para PS4 foi lançada, mas sem grandes mudanças no multiplayer.
  3. 2023 – Anúncio da port para PS5/PS4: A Activision prometeu servidores atualizados, suporte a 4K e melhorias de performance.
  4. 2024 – Lançamento oficial: O jogo chegou às lojas digitais, mas com poucos detalhes sobre as mudanças nos servidores.

O ponto crítico está na fase de lançamento. A Activision, ao anunciar novos servidores, gerou expectativa de que as falhas de segurança seriam corrigidas. Entretanto, a empresa não divulgou um roadmap de patches, deixando a comunidade de modders e cheaters livre para explorar vulnerabilidades ainda presentes.

Além disso, a migração de contas de jogadores antigos para a nova plataforma trouxe credenciais comprometidas que já estavam na base de dados de serviços de trapaça. Essa bagagem herdada facilita o trabalho dos hackers, que rapidamente adaptam seus scripts ao novo ambiente.

O que vem depois?

O futuro imediato do port depende de duas frentes:

  • Resposta da Activision: A empresa precisa lançar atualizações de segurança, aplicar banimentos automáticos e comunicar de forma transparente os passos que está tomando.
  • Reação da comunidade: Jogadores podem organizar grupos de denúncia, usar plataformas como Reddit e discord para compartilhar evidências e pressionar por soluções.

Enquanto isso, o impacto no cenário competitivo brasileiro ainda é incerto. Torneios amadores já relataram partidas interrompidas por lag suspeito, o que pode desmotivar participantes e reduzir a visibilidade do título nos eventos de e‑sports locais.

"É frustrante ver um clássico que a gente ama ser arruinado por trapaças logo no primeiro dia. A Activision tem que agir rápido", afirma um usuário do fórum brasileiro de Call of Duty.

Em termos de expectativa, o que realmente importa para o fã brasileiro é a estabilidade do multiplayer. Se a Activision conseguir estabilizar os servidores nos próximos dias, o título ainda tem potencial para reviver a nostalgia e gerar novas discussões sobre estratégias de equipe. Caso contrário, a confiança dos jogadores pode se deslocar para outros shooters mais seguros.

Para ficar no radar

Os próximos passos que devemos observar são:

  1. Data de um patch oficial de segurança (ainda não confirmado).
  2. Comunicação de banimentos em massa nas redes sociais da Activision.
  3. Reação de influenciadores de games brasileiros, que costumam guiar a opinião da comunidade.
  4. Possíveis atualizações de matchmaking que reduzam o tempo de espera e melhorem a qualidade das partidas.

Até que essas medidas sejam implementadas, a recomendação para quem ainda deseja jogar é criar novas contas, evitar servidores públicos muito cheios e ficar atento a atualizações nas plataformas de denúncia de trapaças.

O veredito

O relançamento de Call of Duty: Black Ops para PS5 trouxe a promessa de reviver um clássico, mas a realidade dos hackers já está comprometendo a experiência. Se a Activision conseguir agir com rapidez, ainda há espaço para que o jogo se torne um ponto de encontro para a comunidade brasileira de shooters. Caso contrário, o título pode acabar sendo lembrado mais pelas falhas de segurança do que pela jogabilidade que o tornou icônico.

Perguntas frequentes

Por que o Black Ops para PS5 está sendo hackeado tão rápido?
A Activision não divulgou um plano de patches e ainda usa credenciais antigas que já estavam comprometidas, facilitando a ação dos cheaters.
É seguro jogar Black Ops no PS5 agora?
Ainda há risco de encontrar hackers em partidas públicas; recomenda‑se usar servidores privados ou aguardar atualizações de segurança.
Quando a Activision deve lançar um patch contra hackers?
Até o momento não há data oficial; a empresa ainda não confirmou quando o próximo patch de segurança será disponibilizado.
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