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Deadzone: Rogue 2: Prophecy Games confirma sequência para PS5, Xbox e PC

· · 6 min de leitura
Gamer fazendo prancha ao lado de um monitor com Deadzone: Rogue 2, uma garrafa de água e uma tigela de frutas
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Deadzone: Rogue 2 expande a fórmula do roguelite original

Prophecy Games — estúdio independente conhecido pelo desenvolvimento de shooters rítmicos e de ação — oficializou a produção de Deadzone: Rogue 2. O título serve como sequência direta para Deadzone: Rogue, jogo de tiro em primeira pessoa com elementos de progressão permanente que conquistou uma base de mais de 500 mil jogadores e mantém avaliações "Muito Positivas" na plataforma Steam (loja digital da Valve). O anúncio confirma que o projeto abandona a geração anterior de consoles, focando exclusivamente no hardware do playstation 5, xbox Series X|S e computadores.

A trama coloca o jogador novamente no controle de Talon 13-10 — o protagonista cibernético da franquia — em uma missão desesperada para retomar a Terra. O planeta foi dominado por uma entidade tecnológica conhecida como Monarch, que comanda hordas biomecânicas implacáveis. Diferente do primeiro título, que era focado em uma experiência prioritariamente solitária, a sequência foi construída do zero para suportar partidas cooperativas, permitindo que esquadrões de até três pessoas enfrentem os desafios das zonas mortas em conjunto.

Quais são os 6 pilares fundamentais da sequência?

Para superar o sucesso do antecessor, a Prophecy Games estruturou Deadzone: Rogue 2 em torno de mecânicas de customização profunda e um ciclo de gameplay que recompensa a experimentação tática. Abaixo, listamos as principais inovações confirmadas para o lançamento:

  1. Cooperativo para até três jogadores: O sistema de esquadrão permite coordenar ataques e combinar habilidades passivas para sobreviver a missões que variam do nível casual ao pesadelo. A dificuldade escala dinamicamente com base no número de participantes, garantindo que o desafio permaneça constante.
  2. Sistema Neural Lattice de progressão: A morte é tratada como uma mecânica de evolução, onde cada derrota permite reconstruir a rede neural do protagonista. Através de imprints e ressonâncias, o jogador desbloqueia upgrades permanentes que transformam o Talon 13-10 de um soldado básico em um extermindador de elite.
  3. Customização de builds sem restrições: O jogo oferece centenas de modificadores (augments) e itens que podem ser combinados a cada run. É possível criar estilos de jogo distintos, como um assassino focado em furtividade ou um juggernaut biológico capaz de absorver grandes quantidades de dano.
  4. Arsenal com mais de 30 armas elementais: O combate é ditado pelo uso de elementos como fogo, gelo e eletricidade. Armas como submetralhadoras com munição criogênica ou granadas que geram tempestades de raios são fundamentais para controlar as hordas de Monarch.
  5. Ambientes hostis e chefes colossais: As novas zonas de combate apresentam ecossistemas biomecânicos variados, patrulhados por unidades de caça inteligentes. O progresso em cada mapa culmina em batalhas contra chefes de escala massiva que exigem reflexos rápidos e estratégia de grupo.
  6. Trilha sonora dinâmica e narrativa expandida: A música do jogo foi composta para se adaptar ao ritmo da batalha, intensificando-se conforme a ameaça aumenta. A história aprofunda o lore da queda da humanidade e a origem da inteligência artificial Monarch.

O sistema de progressão e o impacto da morte

Em Deadzone: Rogue 2, a estrutura de roguelite (subgênero onde elementos são mantidos após a morte) é centralizada no Neural Lattice. Este sistema funciona como uma árvore de habilidades persistente que diferencia o jogo de shooters puramente baseados em habilidade manual. Ao coletar recursos durante as incursões nas zonas dominadas por Monarch, os jogadores podem investir em melhorias que afetam tanto os atributos físicos do personagem quanto a eficácia das armas elementais.

A Prophecy Games destaca que o equilíbrio entre o poder temporário (obtido durante uma partida específica) e o poder permanente é o que define a longevidade do título. Enquanto os augments encontrados no cenário desaparecem ao fim da missão, as ressonâncias aplicadas ao chassi de Talon 13-10 garantem que o jogador comece a próxima tentativa com vantagens táticas superiores, como maior velocidade de recarga ou resistência a efeitos de status.

Recurso Detalhes Confirmados
Plataformas PS5, Xbox Series X|S, PC (Steam)
Modos de Jogo Solo, Cooperativo (1-3 jogadores)
Desenvolvedora Prophecy Games
Data de Lançamento Ainda não confirmado
Demo Gratuita Confirmada (Em breve)

Combate elemental e a ameaça de Monarch

O design dos inimigos em Deadzone: Rogue 2 foi pensado para punir jogadores que utilizam apenas uma estratégia. As forças de Monarch — vilão central e inteligência artificial soberana — são compostas por unidades que possuem resistências específicas. Isso obriga o jogador a alternar entre os mais de 30 tipos de armas elementais disponíveis. Por exemplo, inimigos robóticos pesados podem ser vulneráveis a choques elétricos que desativam seus escudos, enquanto enxames biológicos são melhor combatidos com lança-chamas ou munição incendiária.

Além das armas, o cenário desempenha um papel ativo no combate. Existem armadilhas ambientais que podem ser ativadas para causar danos em cadeia, utilizando a física do jogo para amplificar os efeitos elementais. Uma poça de água no chão, por exemplo, pode ser eletrificada para paralisar um grupo inteiro de perseguidores, economizando munição preciosa para os confrontos contra os patrulheiros de elite.

  • Fogo: Causa dano contínuo e é ideal para controle de multidões orgânicas.
  • Gelo: Reduz a mobilidade dos inimigos e pode estilhaçar alvos congelados.
  • Eletricidade: Salta entre alvos próximos e desativa sistemas eletrônicos.
  • Void (Vazio): Bane inimigos para outra dimensão ou causa dano gravitacional massivo.

Para ficar no radar

Embora a Prophecy Games ainda não tenha cravado uma data de lançamento específica para Deadzone: Rogue 2, a confirmação de uma demonstração jogável em um futuro próximo sugere que o desenvolvimento está em estágio avançado. O foco exclusivo na atual geração de consoles indica um salto visual significativo em relação ao primeiro jogo, aproveitando tecnologias como carregamento rápido de SSD para transições fluidas entre as zonas de combate.

A adição do modo cooperativo é a mudança mais solicitada pela comunidade desde o lançamento do título original em 2024. Se a desenvolvedora conseguir manter a fluidez do combate que tornou o primeiro jogo um sucesso cult, a sequência tem potencial para se tornar um dos principais nomes do gênero roguelite nos consoles. Interessados já podem adicionar o game à lista de desejos no Steam para receber notificações sobre o período de testes e o lançamento da demo.

Perguntas frequentes

Deadzone: Rogue 2 terá modo multiplayer?
Sim, o jogo foi desenvolvido com foco em cooperativo online para até três jogadores, permitindo que amigos joguem juntos a campanha completa, embora ainda seja possível jogar inteiramente sozinho.
Em quais plataformas Deadzone: Rogue 2 será lançado?
O título foi confirmado para PlayStation 5, Xbox Series X|S e PC via Steam. Não há planos anunciados para versões de PlayStation 4 ou Xbox One.
Quando sai a demonstração de Deadzone: Rogue 2?
A Prophecy Games confirmou que uma demo gratuita estará disponível 'em breve' nas plataformas anunciadas, mas uma data exata ainda não foi divulgada pelo estúdio.
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