Quais foram os cinco projetos que consolidaram a carreira de Emma Watson depois de Harry Potter?
TL;DR: Emma Watson saiu da saga Harry Potter em 2011 e, nos anos seguintes, participou de cinco filmes que garantiram reconhecimento crítico e público, incluindo um drama biográfico premiado e adaptações de grandes obras literárias.
Após a última sessão de "Harry Potter e as Relíquias da Morte" (2011), a atriz britânica buscou papéis que a afastassem da imagem da bruxinha Hermione Granger. O primeiro passo foi o filme "My Week with Marilyn" (2011), que recebeu indicação ao Oscar e abriu caminho para outras escolhas estratégicas. A seguir, listamos, em ordem cronológica, os cinco trabalhos mais relevantes de Emma Watson no período pós‑Potter.
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My Week with Marilyn (2011)
Direção de Simon Curtis. Watson interpreta Lucy, assistente de figurino que se envolve em um triângulo amoroso com o jovem assistente de produção Colin Clark (Eddie Redmayne) e a atriz Marilyn Monroe (Michelle Williams). O filme foi indicado a três Oscars, incluindo Melhor Atriz para Williams, e marcou a estreia de Watson em um drama biográfico de alto nível.
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The Perks of Being a Wallflower (2012)
Adaptação do romance de Stephen Chbosky, dirigido por Chbosky. Watson interpreta Sam, uma adolescente carismática que ajuda o protagonista introvertido a enfrentar traumas do passado. O filme recebeu elogios por sua sensibilidade ao tratar de saúde mental e consolidou Watson como atriz de dramas contemporâneos.
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The Bling Ring (2013)
Direção de Sofia Coppola. Nesta sátira baseada em fatos reais, Watson interpreta Nicki Moore, uma adolescente envolvida em roubos de celebridades de Hollywood. O longa foi aclamado pela crítica por sua abordagem estilizada da cultura de celebridades, e a performance de Watson foi destacada como um dos pontos fortes.
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Beauty and the Beast (2017)
Remake live‑action da Disney, dirigido por Bill Condon. Watson encarna a icônica Bela, trazendo ao personagem uma combinação de graça, inteligência e força física. O filme arrecadou mais de US$ 1,2 bilhão mundialmente, tornando‑se um dos maiores sucessos de bilheteria da carreira da atriz.
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Little Women (2019)
Direção de Greta Gerwig, adaptação do clássico de Louisa May Alcott. Watson interpreta Meg March, a irmã mais velha que equilibra ambição pessoal e responsabilidades familiares. O filme foi indicado a seis Oscars, incluindo Melhor Filme, e reforçou a versatilidade de Watson ao transitar entre dramas históricos e narrativas contemporâneas.
Além desses cinco títulos, Watson tem participado de projetos menores, como o curta‑documentário sobre gin artesanal da família, mas nenhum teve o mesmo peso de crítica ou bilheteria. Em entrevistas recentes, a atriz revelou que se sente “cá entrelaçada” entre a atuação e outras paixões, como a produção de gin, e que só retornará às telas quando encontrar um papel que a desafie verdadeiramente.
O que ainda falta saber sobre a trajetória de Emma Watson
Embora a lista acima cubra os marcos mais visíveis, alguns detalhes permanecem incertos:
- Data de lançamento de futuros projetos ainda não confirmada.
- Possível envolvimento em séries de streaming, que ainda não foi anunciado oficialmente.
- Planos de produção própria de conteúdo audiovisual, citados em entrevistas, mas sem cronograma definido.
Para quem acompanha a carreira da atriz, o próximo passo pode vir de um gênero ainda inexplorado, como ficção científica ou thriller psicológico. Enquanto isso, o legado pós‑Harry Potter de Emma Watson demonstra que a escolha de papéis estratégicos pode transformar uma estrela infantil em uma artista reconhecida internacionalmente.
O veredito
Os cinco trabalhos citados mostram que Emma Watson soube diversificar seu portfólio, alternando entre dramas biográficos, comédias satíricas e grandes produções de estúdio. Cada filme trouxe reconhecimento crítico, prêmios ou recordes de bilheteria, provando que a atriz tem capacidade de se reinventar sem perder a identidade que a tornou famosa. Se o próximo projeto for tão bem‑escolhido quanto os anteriores, a expectativa é que Watson continue a ser referência de atuação e de engajamento fora das telas.


