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Flask chega ao Steam com demo: deckbuilder de alquimia sombria em destaque

· · 4 min de leitura
Um praticante de yoga com um tablet exibindo Flask, segurando um copo de água e ao lado uma barra de proteína
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Flask, o novo deckbuilder indie da Chop Chop Games, acabou de abrir um demo jogável na Steam. O jogo mistura combate automático de homúnculos, cartas‑pote e arte feita à mão, tudo num cenário de alquimia sombria.

Como Flask se posiciona frente a outros deckbuilders?

Jogo Gênero principal Estilo visual Modo multiplayer Complexidade de deck
Flask Deckbuilder + roguelike + Autocombate Desenho à mão, textura áspera, estética de papel Assíncrono (homúnculos como chefões) Alto – combina poções e sequências elementares
Slay the Spire Deckbuilder + Roguelike Pixel art estilizada, animações fluidas Não (apenas modo single) Médio – cartas fixas, combos estratégicos
Monster Train Deckbuilder + Estratégia de torres Arte digital vibrante, animações suaves Co‑op local e online Alto – múltiplas linhas de batalha, sinergias complexas

Quais são os diferenciais de Flask?

Primeiro, a mecânica de autobatalha de homúnculos. Cada criatura tem um conjunto de frascos (cards) que consome em ordem, gerando efeitos como aumento de dano, escudos elementais ou até transformações temporárias. O jogador não controla cada ataque, mas decide a sequência de poções, o que lembra montar um menu de drinks em um bar de alquimia.

Segundo, a arte feita à mão do ilustrador dinamarquês John Kenn Mortensen. Ele traz um visual “grossista” – peles ásperas, olhos vazios e criaturas que parecem saídas de um livro de horror clássico. Essa estética reforça a atmosfera de laboratório decadente e, ao mesmo tempo, dá um charme único que diferencia Flask dos gráficos mais polidos de Slay the Spire e Monster Train.

Terceiro, o modo multiplayer assíncrono. Você pode transformar seu time de homúnculos em um “boss” que outros jogadores enfrentarão. Não há partidas em tempo real, mas a competição por posições no ranking global de sangue ganha adiciona um elemento de replayability que poucos jogos de deck oferecem.

Vereditos: o melhor pra cada perfil

Se você curte deckbuilders mas acha que Slay the Spire já fez tudo, Flask traz a novidade da sequência de poções. Para quem gosta de visuals artísticos e não tem medo de algo visualmente “feio”, a arte de Mortensen pode ser exatamente o que faltava para fugir da mesmice. Já os fãs de competição assíncrona vão achar a leaderboard de sangue um incentivo extra para refinar suas combinações.

  • Estratégistas de combos: Flask oferece mais camadas de planejamento que Slay, graças às interações elementais entre poções.
  • Colecionadores de arte indie: A estética rústica de Mortensen é um prato cheio para quem curte obras de arte manual.
  • Competidores de ranking: O modo assíncrono permite desafiar amigos sem precisar de horário marcado.
  • Jogadores casuais: A curva de aprendizado pode ser íngreme; talvez seja melhor começar com Slay the Spire antes de encarar Flask.

O que falta saber

Até o momento, a data de lançamento oficial de Flask ainda não foi confirmada. A demo está disponível gratuitamente na Steam, então vale a pena experimentar para ver se o estilo “pote‑e‑homúnculo” combina com seu jeito de jogar. A Chop Chop Games, desenvolvedora dinamarquesa, conta com o apoio da Ghost Ship Publishing – braço editorial dos criadores de Deep Rock Galactic – o que indica que o projeto tem respaldo sólido.

Se você é do tipo que gosta de analisar cada carta antes de montar um deck, prepare-se: Flask exige atenção ao detalhe das sequências de poções, e cada erro pode transformar seu homúnculo em um saco de sangue sem defesa. Por outro lado, quem prefere um ritmo mais fluido pode achar a animação “rígida” da arte um charme nostálgico, lembrando jogos de papel e caneta.

Em resumo, Flask chega como uma proposta ousada dentro do nicho de deckbuilders, misturando mecânicas de roguelike, combate automático e uma estética artesanal que pode conquistar tanto veteranos quanto curiosos do gênero.

Pra onde vai o próximo nível?

Com a demo já no ar, a comunidade tem a chance de moldar o futuro de Flask. Comentários, streams e feedbacks podem influenciar ajustes de balanceamento, especialmente nas combinações de poções. Se a recepção for positiva, podemos esperar um lançamento oficial ainda este ano, possivelmente com expansões que aprofundem o universo alquímico e introduzam novos tipos de criaturas.

Enquanto isso, a melhor forma de acompanhar o desenvolvimento é seguir a página da Steam, o canal oficial da Chop Chop Games e, claro, ficar de olho nos streams da comunidade – quem sabe não rola um “speedrun” de homúnculo em primeira página?

Perguntas frequentes

Flask tem modo multiplayer?
Sim, mas é assíncrono: seu time de homúnculos pode aparecer como chefe para outros jogadores enfrentarem.
Qual a diferença entre Flask e Slay the Spire?
Flask foca em sequências de poções que dão bônus elementais, enquanto Slay usa cartas tradicionais com combos mais lineares.
Quando será o lançamento completo de Flask?
A data oficial ainda não foi confirmada; por enquanto só a demo está disponível na Steam.
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