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Googlebooks: primeiras impressões dos 5 modelos

· · 3 min de leitura
Cinco laptops Googlebooks com logotipo Android e Google alinhados sobre mesa, mostrando telas com interface Android
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Os googlebooks chegaram às lojas no dia 4 de outubro e já circulam unidades de avaliação. Recebemos os cinco modelos em menos de 24 horas e colocamos cada um à prova para entender como funciona um laptop que roda Android nativo.

O que os primeiros testes revelam sobre os laptops Android da Google?

  1. Design e construção

    Os cinco Googlebooks compartilham um chassi de alumínio escovado que dá a impressão de robustez sem pesar demais. As bordas são finas, mas ainda há um leve “click” ao fechar, algo que pode incomodar usuários acostumados a notebooks premium.

  2. Qualidade da tela

    Todos os modelos trazem painéis IPS de 13 a 15 polegadas, com resolução Full HD que entrega cores vivas e bons ângulos de visão. O brilho máximo ainda fica aquém de concorrentes que usam OLED, então usar sob luz solar direta pode ser um desafio.

  3. Performance do processador

    Equipados com SoCs da série Google Tensor, os Googlebooks rodam Android 14 fluido para navegação, streaming e apps de produtividade. Jogos pesados ou softwares de edição de vídeo exigem mais do que o hardware oferece, mas para tarefas do dia a dia o desempenho é satisfatório.

  4. Sistema operacional e software

    O Android nativo traz integração profunda com serviços da Google, como Drive, Docs e o assistente de voz. A experiência de teclado físico ainda sente a falta de alguns atalhos tradicionais de Windows, mas o suporte a teclados externos via Bluetooth compensa.

  5. bateria e autonomia

    As baterias variam entre 45 Wh e 60 Wh, prometendo até 10 horas de uso contínuo em navegação leve. Na prática, sessões de streaming ou multitarefa reduzem esse número rapidamente, deixando a autonomia abaixo do esperado para um laptop premium.

  6. Preço e relação custo‑benefício

    Os preços começam em torno de US$ 799, posicionando os Googlebooks como concorrentes diretos de Chromebooks de alta gama. O valor pode ser justificável para quem já vive no ecossistema Android, mas quem busca potência bruta pode achar a proposta cara.

Prós e contras resumidos

  • Prós: design premium, tela nítida, integração total com serviços Google.
  • Contras: bateria mediana, desempenho limitado em tarefas pesadas, preço elevado.

O que falta saber?

Ainda não temos informações detalhadas sobre atualizações de firmware que podem melhorar a eficiência da bateria ou desbloquear recursos de produtividade. Também esperamos ver como a comunidade de desenvolvedores reagirá ao Android como sistema base de um laptop – se surgirão ROMs customizadas ou ferramentas de otimização.

Em resumo, os Googlebooks são uma aposta ousada da Google para levar o Android a um novo segmento, mas ainda precisam provar que conseguem competir com os Chromebooks e notebooks Windows em termos de preço e performance.

FAQ

  • Os Googlebooks rodam Windows? Não. Eles utilizam Android 14 como sistema operacional principal, embora seja possível instalar Linux via Termux ou usar ambientes de desenvolvimento web.
  • Qual a diferença entre os cinco modelos? As variações estão na tela (13" vs 15"), capacidade da bateria e configuração de armazenamento interno, que vai de 64 GB a 256 GB.
  • É possível usar o Googlebooks como tablet? Sim, o dispositivo tem modo tablet que permite girar a tela e usar o touch como em um smartphone, mas o teclado físico ainda é o principal método de entrada.
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