O Nintendo Treehouse Live de junho 2026 entregou 90 minutos de gameplay que deixaram a comunidade em polvorosa, apresentando novidades para o switch 1 e o recém‑lançado switch 2.
star fox: Single‑player e Co‑op valem o hype?
O clássico da Nintendo, Star Fox — série de tiro espacial protagonizada por Fox McCloud — volta com modo solo e cooperativo. O visual recebeu upgrade para a nova arquitetura do Switch 2, trazendo texturas mais nítidas e efeitos de iluminação em tempo real. No modo solo, a narrativa parece mais linear, mas a inclusão de missões secundárias dá profundidade. O co‑op, por sua vez, permite que dois jogadores controlem simultaneamente a frota, algo que os fãs de multiplayer local sempre pediram.
Prós:
- Gráficos que tiram proveito do hardware do Switch 2.
- Co‑op local que reforça a experiência de sala de estar.
- Missões secundárias que aumentam a rejogabilidade.
Contras:
- História ainda previsível, sem grandes reviravoltas.
- Alguns momentos de frame‑rate caído no Switch 1.
splatoon raiders: A nova cara do combate ink‑based
Em Splatoon Raiders, a Nintendo tenta evoluir a fórmula de tiro em tinta, adicionando elementos de RPG leve e áreas de conquista. O modo principal mantém a frenética partida 4v4, porém agora há “zonas de controle” que concedem buffs temporários. O visual está mais vibrante, com sombras dinâmicas que dão sensação de profundidade ao mapa. No entanto, a curva de aprendizado do novo sistema de habilidades pode afastar jogadores casuais.
Prós:
- Novas zonas de controle que renovam a estratégia.
- Estética aprimorada, aproveitando o poder do Switch 2.
- Integração de progressão de personagem que recompensa o tempo de jogo.
Contras:
- Sistema de habilidades pode ser confuso para iniciantes.
- Alguns servidores ainda apresentam lag em partidas competitivas.
rhythm heaven groove: Mais ritmo, menos frustração
Rhythm Heaven Groove chega como a nova entrada da série de minijogos musicais, focada em desafios curtos e precisos. O gameplay demonstra um timing refinado, com indicadores visuais que ajudam até os menos rítmicos. A trilha sonora mistura estilos eletrônicos e pop, e o modo multiplayer permite duelos de ritmo em tempo real.
Prós:
- Controles intuitivos que facilitam a curva de aprendizado.
- Trilha sonora e gráficos que combinam perfeitamente.
- Multiplayer online que estimula competição saudável.
Contras:
- Conteúdo limitado nos primeiros níveis; a profundidade vem só depois.
- Ausência de modo história robusto, o que pode desmotivar jogadores que buscam narrativa.
Comparativo rápido entre os três reveals
| Aspecto | Star Fox | Splatoon Raiders | Rhythm Heaven Groove |
|---|---|---|---|
| Gráficos | Upgrade significativo no Switch 2 | Vibrante, porém similar ao Direct anterior | Estilo cartoon, menos exigente |
| Multiplayer | Co‑op local | 4v4 com zonas de controle + RPG | Duelos online |
| Curva de aprendizado | Moderada | Alta (sistema de habilidades) | Baixa |
| Rejogabilidade | Missões secundárias | Progressão de personagem | Desafios infinitos |
Vereditos: o melhor pra cada perfil
Para o fã de nostalgia e ação aérea, Star Fox oferece a experiência mais completa, especialmente se você possui o Switch 2 e valoriza gráficos de última geração. Se o seu foco é competitividade e estratégia de equipe, Splatoon Raiders se destaca, apesar da curva de aprendizado mais íngreme. Já os amantes de jogos casuais e ritmo encontrarão em Rhythm Heaven Groove a pedida perfeita, com acesso imediato e diversão garantida.
Onde isso pode dar
O Nintendo Treehouse Live mostrou que a Nintendo ainda tem força para inovar dentro de franquias consolidadas. Se a empresa mantiver o ritmo de atualizações gráficas e acrescentar camadas de gameplay, podemos esperar que o Switch 2 se torne a plataforma padrão para lançamentos de médio e grande porte nos próximos anos. Por outro lado, a falta de um modo história mais robusto em Rhythm Heaven Groove pode sinalizar que a Nintendo ainda está testando o limite entre jogos casuais e experiências mais profundas.
Em resumo, o evento entregou três jogos que, embora diferentes, compartilham o mesmo objetivo: provar que o ecossistema Switch ainda tem muito a oferecer. Cabe ao jogador escolher qual desses caminhos seguir.


