WhatsApp Instagram YouTube
Culpa do Lag CULPA DO LAG
Animes

Pokémon Horizons Temporada 3 – Por que a ‘Rising Hope’ pode mudar o rumo da série

· · 4 min de leitura
Jovem em roupa de treino, segurando um controle de videogame, com pôster de Pokémon ao fundo e garrafa de água
Compartilhar WhatsApp

O que aconteceu?

Após a derrota perante os explorers e a perda dos pokémon de Lucius, o grupo Rising Volt Tacklers tenta se reerguer. A primeira parte da terceira temporada, intitulada "Rising Hope", foca na reunião de Roy e Ult durante o salto temporal de um ano em Lumiose City. Essa sequência funciona como um arco independente, apresentando o primeiro encontro dos dois personagens e introduzindo um lucario shiny que, apesar de ser tratado como um troféu, ganha relevância ao ser conquistado por Roy.

Com a narrativa avançando, a trama desloca‑se para a blueberry academy, onde cada membro da equipe passa por um regime de treinamento específico. O foco recai sobre duelos duplos, reminiscências do DLC de Pokémon Scarlet e Violet, e a integração de personagens como lacey, drayton, Rida Mei, Liko e Dot, que recebem papéis mais ativos. A temporada também destaca a dinâmica entre Lacey e Drayton, reforçando a progressão de Roy e Ult.

Como chegamos aqui?

O desenvolvimento de Roy como protagonista tem sido gradual ao longo das temporadas anteriores, mas nesta fase ele recebe maior destaque ao ser separado dos demais Tacklers. A decisão de mostrar Roy em situações mais infantis, como seu primeiro contato com Ult, acrescenta camadas à sua personalidade, diferenciando‑o dos arquétipos shōnen típicos. A série também aprofunda a história de Ult, revelando um passado solitário que se conecta ao Dragonite que ele herdou, criando um contraste emocional entre os dois protagonistas.

Do ponto de vista de produção, a temporada apresenta melhorias notáveis na animação. Embora ainda haja momentos de movimentos fora de modelo, a qualidade geral subiu, especialmente nas cenas de batalha dupla, que trazem efeitos de partículas mais refinados. O diretor chefe Daiki Tomiyasu e a equipe de storyboard, que inclui nomes como Otumami e Suzu, contribuíram para um ritmo mais consistente, ainda que com algumas irregularidades.

O aspecto musical, assinado por Conisch, acompanha o tom de treinamento e superação, enquanto o design de personagens de Rei Yamazaki mantém a identidade visual da franquia. A presença de um Lucario shiny, embora criticada por falta de personalidade própria, funciona como símbolo de conquista para Roy, reforçando seu papel de líder.

O que vem depois?

Com a equipe consolidada na Blueberry Academy, a temporada prepara o terreno para confrontos futuros contra os Explorers. O treinamento intensivo sugere que os Tacklers ganharão novas habilidades, possivelmente ampliando o uso de mega‑evoluções, que já foram vinculadas ao arco de desenvolvimento dos protagonistas.

As interações entre personagens secundários, como Liko e seu Charcadet, bem como Dot em funções de suporte, indicam que a série pretende equilibrar o foco entre o grupo principal e o elenco de apoio. Essa abordagem pode abrir espaço para arcos individuais nas próximas temporadas, aprofundando ainda mais as histórias pessoais.

Do ponto de vista visual, a expectativa é que a animação continue a evoluir, reduzindo os momentos de descompasso e explorando ainda mais as batalhas duplas, que se tornaram um ponto forte da temporada. Caso a produção mantenha o ritmo de melhorias, a série pode alcançar um patamar comparável às melhores temporadas de Pokémon, tanto em termos de narrativa quanto de qualidade técnica.

Datas e o que falta saber

  • Próximo lote de episódios ainda não tem data de estreia confirmada.
  • Os produtores ainda não revelaram se haverá novos personagens introduzidos após o arco da Blueberry Academy.
  • Detalhes sobre a próxima fase de confrontos com os Explorers permanecem em sigilo.

Enquanto essas informações não são confirmadas, os fãs podem acompanhar os canais oficiais da série para atualizações. A continuidade da história dependerá da capacidade da produção em equilibrar desenvolvimento de personagens e qualidade de animação.

O veredito

Pokémon Horizons Temporada 3 – Rising Hope apresenta um avanço significativo em termos de narrativa e animação. A ênfase no crescimento de Roy e Ult, aliada ao treinamento na Blueberry Academy, cria um cenário promissor para os próximos episódios. Embora a introdução do flashback possa parecer abrupta e o Lucario shiny careça de profundidade, o conjunto compensa com cenas de batalha bem coreografadas e um elenco de apoio mais atuante. A temporada estabelece bases sólidas para a evolução da série, indicando que os próximos capítulos podem trazer ainda mais desenvolvimento e ação.

Perguntas frequentes

Qual é o foco principal da terceira temporada de Pokémon Horizons?
A temporada concentra‑se no treinamento dos Rising Volt Tacklers na Blueberry Academy e no desenvolvimento dos protagonistas Roy e Ult.
Quem são os principais responsáveis pela direção da série?
Daiki Tomiyasu atua como Chief Director, enquanto Saori Den e Makoto Nakata são os diretores de episódios.
A animação melhorou em relação às temporadas anteriores?
Sim, a qualidade de animação subiu, especialmente nas batalhas duplas, embora ainda ocorram alguns momentos fora de modelo.
Culpa do Lag
Curtiu? Recebe as próximas no WhatsApp.

Games, animes, filmes e tech — as notas quentes direto no nosso canal, sem depender de algoritmo.

Seguir no canal

Veja tambem

Compartilhar WhatsApp