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PS5 Pro de $900 esgota nos EUA: GTA 6 supera boicote de jogadores?

· · 4 min de leitura
Desculpe, mas o tema do artigo – PS5 Pro e GTA 6 – não está relacionado a fitness ou saúde; poderia esclarecer qual imagem deseja?
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O ps5 pro — versão turbinada do console da Sony lançada por US$ 900 — sumiu do varejo oficial nos Estados Unidos. Revendedores terceiros na Amazon pedem até US$ 1.300 pelo aparelho, um ágio de quase 45% sobre o preço sugerido. A corrida acontece enquanto um boicote organizado por jogadores mantém consoles desligados em protesto contra políticas da plataforma.

Fato: PS5 Pro esgota e preço dispara no mercado paralelo

O modelo mais potente da geração atual da Sony não está mais disponível nas principais lojas americanas pelo preço de tabela. Quem quiser garantir o hardware agora precisa recorrer a revendedores — conhecidos como scalpers — que aproveitam a escassez para cobrar valores muito acima do MSRP (preço sugerido pelo fabricante).

O console chega a US$ 1.300 na Amazon americana, valor que inclui o aparelho com 1 TB de armazenamento interno, mas sem leitor de disco físico — item vendido separadamente. A versão base do PS5 Pro não inclui drive óptico, o que já gerava reclamações antes mesmo da alta de preços.

Contexto: por que o gta 6 move mais que o protesto

Grand Theft Auto 6 — o próximo capítulo da franquia mais lucrativa da história dos games, desenvolvida pela Rockstar Games — tem lançamento previsto para 2025. A expectativa é tão grande que jogadores estão dispostos a pagar prêmio pelo hardware mais capaz de rodar o título com melhor desempenho gráfico e taxa de quadros.

O PS5 Pro oferece GPU mais potente, tecnologia de upscaling PSSR (PlayStation Spectral Super Resolution) e ray tracing aprimorado. Para quem quer a melhor experiência possível no dia do lançamento do GTA 6, o console virou item de desejo — mesmo sem leitor de disco e mesmo custando quase o dobro de um PS5 padrão.

Enquanto isso, o movimento de boicote — batizado de "blackout permanente" — pede que jogadores mantenham seus consoles desligados e não comprem jogos ou assinaturas da PSN. A reclamação central envolve políticas de preços, remoção de conteúdos comprados e falta de retrocompatibilidade ampla. Mas a adesão real ao protesto parece insuficiente para frear a demanda.

Reação dos fãs e do mercado: divisão entre princípio e vontade

A comunidade está rachada. Em fóruns como Reddit e ResetEra, há quem critique quem "fura o boicote" comprando o Pro. Outros argumentam que o protesto não tem pautas claras nem liderança organizada, o que dificulta adesão em massa.

  • Jogadores que aderiram ao boicote relatam manter PS5 e PS4 desligados há semanas.
  • Revendedores comemoram: estoques comprados no lançamento agora rendem lucro alto.
  • Analistas de mercado apontam que a Sony já vendeu a maior parte da produção inicial do Pro.
  • VocêTubers de tecnologia mostram unboxings do console comprado por US$ 1.300.

Não há dados oficiais de quantas unidades do PS5 Pro foram produzidas neste primeiro lote. A Sony não divulga números de sell-through (vendas ao consumidor final) por modelo. O que se sabe é que o varejo oficial — Best Buy, Walmart, Target, GameStop — mostra "indisponível" ou "esgotado" nas páginas do produto.

O que esperar: reposição, bundles e a sombra do GTA 6

A Sony costuma repor estoques de hardware em ondas. Novos lotes do PS5 Pro devem chegar às lojas americanas nas próximas semanas, mas não há data confirmada. Historicamente, a empresa lança bundles (pacotes) com jogos de peso para impulsionar vendas em feriados como Black Friday e Natal.

Se GTA 6 mantiver a janela de 2025, a pressão por hardware potente só aumenta. A Rockstar ainda não confirmou requisitos técnicos nem se haverá modo desempenho a 60 fps no PS5 base — o que faria o Pro menos essencial. Por ora, a promessa de "melhor versão possível" sustenta o ágio.

Para quem não quer pagar US$ 1.300, a alternativa é esperar a reposição oficial ou avaliar se o PS5 padrão (com ou sem leitor de disco) atende às necessidades. O leitor de disco avulso custa US$ 80 nos EUA e também sofre com estoque instável.

Para ficar no radar

A disputa entre princípio e desejo expõe um dilema moderno: boicotes de consumidores em games funcionam quando a adesão é massiva e coordenada. O caso do PS5 Pro mostra que, diante de um lançamento do calibre de GTA 6, a vontade individual costuma falar mais alto que o coletivo. Fique atento a três pontos nas próximas semanas:

  • Anúncio oficial de reposição do PS5 Pro no varejo americano.
  • Possível bundle de fim de ano incluindo GTA 6 (quando o jogo tiver data firme).
  • Movimento dos scalpers: se a Sony inundar o mercado, os preços no paralelo caem rápido.

Enquanto isso, a fila virtual para comprar um console de US$ 900 por US$ 1.300 segue andando. E o boicote? Continua no escuro, com consoles desligados — mas sem impedir que as prateleiras esvaziem.

Perguntas frequentes

Por que o PS5 Pro está esgotado nos EUA?
A demanda explodiu com a proximidade de GTA 6, considerado o maior lançamento da década. Jogadores querem o hardware mais potente para rodar o jogo com melhor desempenho, superando até o boicote organizado contra a Sony.
Vale a pena comprar PS5 Pro de revendedor por US$ 1.300?
Não recomendado. O preço oficial é US$ 900 e a Sony deve repor estoques. Pagar ágio de 45% para scalpers só incentiva a prática. Aguarde a reposição oficial ou avalie se o PS5 padrão atende sua necessidade.
O PS5 Pro vem com leitor de disco?
Não. O modelo Pro é apenas digital. O leitor de disco externo é vendido separadamente por cerca de US$ 80 e também enfrenta problemas de estoque.
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