O novo resident evil (2026) já arrecadou US$ 196 milhões nos Estados Unidos, tornando‑se o filme mais lucrativo da franquia em apenas dez dias de exibição.
Fato
Diretor Zach Cregger – conhecido por trabalhos de horror – liderou a produção que quebrou o recorde de bilheteria doméstica da série. O filme chegou ao segundo lugar nas tabelas de arrecadação no seu segundo fim de semana, atrás apenas de um relançamento de Avengers: Endgame. Enquanto o concorrente deve sofrer queda de público, Resident Evil (2026) segue firme graças ao boca‑a‑boca positivo.
Contexto: por que importa
A franquia Resident Evil começou como série de jogos de survival horror da Capcom, expandindo‑se para filmes, séries e quadrinhos. Os primeiros oito longas, dirigidos principalmente por Paul W.S. Anderson, dependiam fortemente da bilheteria internacional para superar os US$ 100 milhões. Cregger, ao contrário, equilibrou a arrecadação: cerca de US$ 103 milhões nos EUA e US$ 93 milhões no exterior.
Esse equilíbrio tem duas implicações importantes:
- Validação do modelo de produção local: demonstra que um filme de horror pode ser sucesso nos EUA sem depender de mercados como China ou Europa.
- Potencial para ultrapassar o recorde global: o título mais rentável da franquia, Resident Evil: The Final Chapter (2017), chegou a US$ 314 milhões mundialmente. Com o lançamento escalonado – que ainda não chegou ao Japão (previsto para 9/10) – o novo filme tem margem para acrescentar mais US$ 100 milhões ao total.
Além disso, o sucesso reforça a confiança da Sony Pictures em projetos de horror de alto orçamento, podendo abrir caminho para novos remakes ou sequências dentro do mesmo universo.
Reação dos fãs/mercado
Críticos elogiaram a abordagem mais sombria de Cregger, destacando a atmosfera de tensão e a fidelidade ao material original dos games. Nas redes, hashtags como #ResidentEvil2026 e #CreggerRocks ganharam tração, com fãs citando a combinação de “narrativa coerente” e “sequências de ação de tirar o fôlego”.
Do ponto de vista comercial, a estratégia de lançamento em cinemas convencionais e salas imax aumentou o ticket médio, contribuindo para a alta arrecadação. A presença de Austin Abrams – que interpreta o entregador Bryan – também atraiu um público mais jovem, ampliando a base tradicional de fãs.
O que esperar
Com a janela internacional ainda aberta, a expectativa é que o filme alcance, ou até supere, a marca de US$ 300 milhões em todo o mundo. Caso isso ocorra, ele se tornará não só o maior sucesso doméstico, mas também o mais rentável da franquia em escala global.
Os próximos passos da Sony incluem:
- Lançamento em mercados asiáticos, especialmente Japão, que costuma representar cerca de 10% da bilheteria total de filmes de horror.
- Distribuição em plataformas de streaming após o ciclo de cinema, potencialmente impulsionando receitas de licenciamento.
- Possível anúncio de sequências ou spin‑offs, aproveitando o impulso de críticas positivas e números de bilheteria.
Enquanto isso, os fãs podem esperar material promocional adicional, como cenas pós‑créditos que sugerem uma expansão do universo narrativo.
Para ficar no radar
O recorde de Resident Evil (2026) demonstra que o horror mainstream ainda tem espaço para crescer nos cinemas, sobretudo quando combina direção autoral, elenco jovem e respeito ao legado dos games. Acompanhe as próximas semanas para ver se o filme supera o marco global de US$ 314 milhões e redefine o padrão de sucesso para franquias baseadas em videogames.


