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Resident Evil 2026 review: filme reproduz jogo

· · 3 min de leitura
Imagem de Resident Evil — Resident Evil 2026 review: filme reproduz jogo
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TL;DR: Resident Evil 2026 entrega uma experiência cinematográfica que lembra jogar um survival‑horror, mas peca em alguns trechos de ritmo.

O que diferencia o Resident Evil 2026 de adaptações anteriores?

Ao contrário de versões antigas que tentaram forçar narrativas lineares, o novo filme de Zach Cregger foca em reproduzir a sensação de estar dentro de um jogo. Em vez de contar a história de um título específico, ele incorpora mecânicas clássicas – busca por munição, resolução de puzzles e sustos repentinos – criando um ritmo que lembra a própria jogabilidade.

Como Zach Cregger captura a experiência de jogar um videogame?

Cregger, conhecido por Barbarian e Weapons, usa a câmera como se fosse o ponto de vista do jogador. Cada cena de perseguição tem cortes rápidos que simulam a troca de armas, enquanto a iluminação fria e os corredores labirínticos lembram os mapas de Resident Evil. Além disso, o roteiro inclui referências sutis a itens icônicos da franquia, como a pistola 9mm e o icônico zumbido dos monstros, que só os fãs reconhecem.

Quais são os pontos fortes da atuação de Austin Abrams?

Austin Abrams interpreta Bryan, um entregador que se vê preso em raccoon city. O ator traz carisma, humor e vulnerabilidade, tornando o personagem o típico “everyman” dos games. Sua improvisação de falas – como gritar “não tem balas!” ao encontrar um inimigo – ecoa o desespero que jogadores sentem quando a barra de munição chega a zero.

O filme falha em algum momento?

Sim. Há um segmento de exposição que funciona como um “cutscene” não pulável, interrompendo a tensão construída nas primeiras duas horas. Essa pausa, embora necessária para contextualizar a origem da epidemia, diminui o impulso da narrativa e deixa o público à espera de ação.

Quais são os prós e contras do Resident Evil 2026?

PrósContras
Combina horror e humor de forma equilibradaMomento de exposição que freia o ritmo
Design de monstros grotescos e inovadoresPersonagens secundários pouco desenvolvidos
Presença carismática de Austin Abrams

Vale a pena assistir Resident Evil 2026 no cinema?

Para quem é fã da série de jogos, o filme oferece uma imersão rara: a sensação de estar resolvendo puzzles enquanto foge de criaturas mutantes. O público geral, que busca apenas um horror convencional, pode achar o ritmo irregular nos momentos de exposição, mas ainda encontrará cenas de terror visualmente impactantes.

O veredito

Resident Evil 2026 chega como a tentativa mais ambiciosa de transformar um videogame em filme. Ele acerta ao reproduzir a ansiedade, o humor negro e a necessidade constante de recursos que definem a franquia. Contudo, a dependência excessiva de “cutscenes” de explicação impede que a experiência seja totalmente fluida. Ainda assim, a combinação de sustos eficazes, monstros memoráveis e a atuação carismática de Austin Abrams faz do longa um entretenimento válido, especialmente para quem acompanha a saga nos consoles.

Em resumo, o filme não é perfeito, mas se destaca como talvez a adaptação mais fiel ao espírito dos jogos, merecendo uma visita à telona – ou ao menos uma maratona em casa com amigos gamers.

Perguntas frequentes

Resident Evil 2026 é fiel ao jogo?
Ele reproduz mecânicas e atmosfera dos games, mas não segue a trama de nenhum título específico.
Quem dirige Resident Evil 2026?
Zach Cregger, diretor de <em>Barbarian</em> e <em>Weapons</em>.
Qual é a classificação do filme?
O crítico da ComicBook.com deu 4 de 5 estrelas.
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