Stupid Never Dies, desenvolvido pelo estúdio japonês GPTrack50, será lançado para playstation 5 e PC via steam no outono de 2026.
O título traz Davy, um zumbi tímido que busca reviver sua amada Julia, e combina combate rápido, humor negro e um visual pixel‑art estilizado. Para entender onde o jogo se posiciona, vamos compará‑lo com dois sucessos do gênero action‑roguelike: Dead Cells (Motion Twin) e Hades (Supergiant Games).
Como Stupid Never Dies se compara a Dead Cells?
| Aspecto | Stupid Never Dies | Dead Cells |
|---|---|---|
| Estilo visual | Pixel‑art com cores neon e ambientação pós‑apocalíptica | Pixel‑art detalhada, tons mais sombrios e estilo “Metroidvania” |
| Foco de gameplay | Combate corpo‑a‑corpo rápido, uso de armas improvisadas e habilidades de zumbi | Plataforma‑action com ênfase em combos e upgrades de armas |
| Progressão | Roguelike clássico: cada corrida reinicia, mas itens persistem | Roguelike com desbloqueio permanente de armas, magias e mapas |
| História | Motivação emocional (reviver Julia) com diálogos cômicos | Enredo leve, centrado na mitologia grega, mas não essencial ao gameplay |
| Dificuldade | Desafios punitivos, mas com “companheiros excêntricos” que dão buffs | Curva de aprendizado íngreme, porém balanceada por checkpoints frequentes |
Enquanto Dead Cells já é conhecido por sua fluidez e variedade de armas, Stupid Never Dies aposta em humor e uma narrativa mais pessoal, além de introduzir mecânicas de apoio de NPCs que podem mudar o rumo de uma partida.
Como Stupid Never Dies se compara a Hades?
| Aspecto | Stupid Never Dies | Hades |
|---|---|---|
| Estilo visual | Pixel‑art neon, estética cyber‑zumbi | Arte 3D estilizada, inspirada em quadrinhos gregas |
| Foco de gameplay | Combate rápido, uso de habilidades de zumbi e itens de apoio | Combate hack‑and‑slash com poderes divinos e upgrades narrativos |
| Progressão | Roguelike puro, itens persistentes entre runs | Roguelike com narrativa evolutiva e desbloqueio de relacionamentos |
| História | Objetivo claro: reviver Julia | História profunda, interações com deuses que evoluem a cada run |
| Suporte de NPCs | Companheiros excêntricos que concedem buffs temporários | Deuses que oferecem bênçãos e upgrades permanentes |
Hades destaca-se pela narrativa que se desenvolve ao longo das partidas, algo que Stupid Never Dies ainda não promete, mas compensa com um tom mais cômico e personagens de apoio que trazem dinamismo ao combate.
Vereditos: o melhor pra cada perfil
Com base nas comparações acima, o jogo pode agradar a diferentes tipos de jogador:
- Fãs de humor e histórias pessoais: Stupid Never Dies entrega uma trama emotiva (zumbi que quer um encontro) com diálogos engraçados, ideal para quem busca algo mais leve que a mitologia de Hades.
- Jogadores que priorizam fluidez e variedade de armas: Dead Cells ainda lidera nesse quesito, mas Stupid Never Dies oferece um arsenal inusitado (cabeças de zumbi, lâminas improvisadas) que pode surpreender.
- Quem gosta de narrativa evolutiva: Hades permanece imbatível em contar uma história que avança a cada morte, enquanto Stupid Never Dies foca mais no gameplay.
Em resumo, se você quer um action indie com ritmo acelerado, humor sombrio e um objetivo romântico incomum, Stupid Never Dies pode ser a escolha certa. Para quem busca maior profundidade narrativa ou um catálogo extenso de armas, Dead Cells e Hades ainda são referências.
Datas e o que vem depois
O trailer oficial, divulgado em 10 de junho de 2026, indica lançamento para o outono de 2026, mas ainda não há confirmação de data exata ou preço. A GPTrack50 prometeu atualizações regulares via redes sociais e um demo para PC antes do lançamento.
Enquanto isso, a comunidade já começa a especular sobre possíveis DLCs que poderiam expandir a história de Julia ou introduzir novos “companheiros excêntricos”.
FAQ
- Stupid Never Dies será exclusivo de alguma plataforma? Não, o jogo será lançado simultaneamente para PlayStation 5 e PC (Steam).
- Preciso ter experiência prévia com jogos da GPTrack50? Não, o título foi projetado para ser acessível a novatos, embora jogadores veteranos apreciem as referências de Hiroyuki Kobayashi.
- Existe modo multiplayer? Ainda não confirmado; até o momento, o foco parece ser single‑player.


