Rumores recentes sugerem que um varejista norueguês pode ter descoberto quem está desenvolvendo o remake de Zelda: Ocarina of Time para o próximo console da nintendo. Até agora, a empresa tem sido extremamente reservada sobre parcerias de desenvolvimento. Este artigo analisa as seis hipóteses mais plausíveis e o que cada uma pode significar para o futuro do clássico.
Quem realmente está por trás do remake de Ocarina of Time?
- Nintendo Entertainment Planning & Development (Nintendo EPD) – A divisão interna da Nintendo tem um histórico de revivals bem-sucedidos, como the legend of zelda: skyward sword hd. Se o EPD estiver liderando, podemos esperar um polimento fiel ao original, porém com as tecnologias de última geração do switch 2. O risco, porém, é a falta de “sangue novo” que estúdios externos poderiam trazer.
- Monolith Soft – Conhecida por xenoblade chronicles e por colaborar em the legend of zelda: breath of the wild, a Monolith tem experiência em mundos abertos e mecânicas inovadoras. Uma parceria poderia introduzir áreas exploráveis maiores e puzzles mais complexos, mas também poderia desvirtuar a estrutura linear que define Ocarina.
- Game Freak – Embora famoso por Pokémon, o estúdio tem demonstrado capacidade de adaptação, como visto em Temtem. Se a Nintendo confiar no Game Freak, poderíamos receber um remake que prioriza a jogabilidade fluida e a acessibilidade. Contudo, a falta de experiência direta com franquias de ação‑aventura pode gerar decisões questionáveis.
- Bandai Namco Studios – A colaboração entre Nintendo e Bandai Namco em super mario odyssey mostrou sinergia criativa. Eles poderiam trazer um toque cinematográfico ao remake, reforçando a narrativa. Por outro lado, a dependência de recursos externos pode atrasar o cronograma.
- Um estúdio norueguês ainda desconhecido – O próprio rumor vem de um varejista da Noruega, o que levanta a hipótese de um parceiro local ainda não anunciado. Uma colaboração internacional poderia introduzir perspectivas culturais frescas, mas a falta de histórico com títulos AAA pode ser um ponto fraco.
- Outsourcing para múltiplos estúdios menores – A Nintendo tem usado equipes externas para arte, áudio e otimização em projetos recentes. Essa estratégia pode acelerar o desenvolvimento, porém pode resultar em inconsistências de qualidade entre diferentes partes do jogo.
Para avaliar essas teorias, vale observar alguns indícios que surgiram nos últimos meses:
- Patentes registradas por Nintendo relacionadas a “renderização de ambientes de época”.
- Contratações recentes de engenheiros de iluminação em estúdios que já trabalharam com a Monolith Soft.
- Posts nas redes sociais de desenvolvedores noruegueses que mencionam “trabalhar em um grande projeto da Nintendo”.
Embora nenhum desses pontos seja conclusivo, eles alimentam a discussão entre fãs e analistas. A Nintendo tem histórico de revelar parceiros apenas próximo ao lançamento, como aconteceu com yoshi and the mysterious book e donkey kong country returns hd. Portanto, manter o suspense pode ser parte da estratégia de marketing.
A escolha da redação
Depois de pesar prós e contras, a nossa aposta recai sobre a Monolith Soft. O estúdio já demonstrou domínio sobre a estética da série Zelda e tem capacidade de integrar novas mecânicas sem sacrificar a identidade do título original. Além disso, a proximidade de trabalho com a Nintendo nos últimos anos sugere um nível de confiança que pode justificar um projeto tão emblemático.
Entretanto, a possibilidade de um desenvolvedor interno da Nintendo (EPD) não pode ser descartada. Caso a empresa queira garantir total controle criativo, o EPD seria a escolha lógica. Se isso acontecer, o remake pode ser extremamente fiel, mas talvez falte a ousadia que alguns fãs desejam.
Independentemente de quem esteja realmente desenvolvendo, o que importa é que o remake tem potencial para reviver uma das experiências mais marcantes da história dos games. A expectativa está alta, e cada pista que surge só aumenta a ansiedade da comunidade.


